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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Hanseníase ainda é uma doença desconhecida

Hanseníase ainda é uma doença desconhecida (Foto: Daniel Costa/Diário do Pará)
(Foto: Daniel Costa/Diário do Pará)
Indagado pela reportagem sobre o que é hanseníase, o eletricista Anderson Leal, 36, responde imediatamente: “Já ouvi falar, mas não sei o que é”. A doença não é tão nova, já vem desde antes de Cristo, quando era conhecida como lepra. Para neutralizar o preconceito, em 1976 o governo brasileiro mudou o nome. A enfermidade não mata. No entanto, quando não tratada, gera a incapacidade no paciente por toda a vida. A doença registrou no ano passado 261 novos casos, em Belém, conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma). Segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), no Pará, as taxas de incidência estão caindo. De 2004 a 2015, ocorreu uma queda de 36,15% no coeficiente de novos casos, que passaram de 7.065 para 2.037.
Emanuele Chaves, coordenadora da Referência Técnica de Tuberculose e Hanseníase (Rttbmh), da Sesma, alerta que o espanto é comum. Mas a população deve ficar atenta à doença silenciosa. A doença pode ser diagnosticada clinicamente e com exames de pele. O mal pode ser contraído pela respiração, através do contato com o doente ainda sem tratamento. O programa de controle de hanseníase atende 24 unidades de saúde e em mais 54 postos municipais da Estratégia da Família, em Belém, ilhas e distritos. “Fazemos diagnostico, ações preventivas e tratamento”, explica Emanule Chaves. De ontem até o dia 3 de fevereiro, estas unidades terão ações educativas nas salas de espera de consultas, para alertar a população contra o mal.
(Roberta Paraense/Diário do Pará)

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